Quem vende comida pelo Instagram já percebeu: o cliente chega acostumado a decidir com os olhos. Ele rola um feed de fotos, para no que dá vontade e toca. Quando esse mesmo cliente sai de um carrossel de hambúrguer e cai numa lista de texto com preços, a decisão trava. O cardápio em formato de feed — no 67food, o estilo Mosaico — existe para eliminar essa quebra de contexto: a vitrine fala a mesma língua visual da rede social, mas o pedido acontece no seu cardápio, com o seu preço, o seu cupom e sem comissão por pedido.
Neste guia comparamos, lado a lado, os cinco caminhos que um restaurante usa hoje para transformar audiência de rede social em pedido — perfil e DM, link na bio, marketplace, cardápio digital em lista e cardápio em formato de feed. Você vai ver o que cada um custa por pedido, quem fica com o cliente no final e por que o formato feed só funciona de verdade quando está ligado ao resto da operação.
O problema não é o cardápio digital. É a troca de contexto.
Um cliente que descobre seu restaurante no Instagram passou os últimos minutos numa experiência 100% visual, em tela cheia, sem texto denso. O link na bio quebra isso em dois segundos quando entrega uma página que parece um documento: categorias empilhadas, nomes em maiúsculas, preço à direita, foto pequena (ou nenhuma).
Não é só estética. Cada segundo gasto tentando entender o layout é um segundo em que o desejo esfria. Cardápio de restaurante não é catálogo de peça de carro: ninguém pesquisa "hambúrguer artesanal 180g" com intenção técnica — a pessoa quer ver e querer. Se a sua foto é boa, ela é o seu melhor vendedor; escondê-la num quadradinho de 60 pixels é jogar fora o ativo mais caro que você produziu.
O que é um cardápio em formato de feed (estilo Mosaico)
É um cardápio digital comum — mesmo link, mesmo carrinho, mesmo checkout — apresentado como um perfil de rede social: cabeçalho com foto da loja e números reais, categorias como bolinhas de destaque e os pratos numa grade quadrada de fotos grandes. O cliente reconhece a interface antes de ler qualquer coisa, porque ele já usa essa interface todo dia.
Cardápio no estilo Mosaico rodando numa hamburgueria real (Dom Rei do Burger, Corumbá/MS). À esquerda o perfil; à direita a grade de fotos com as categorias fixas no topo.
Anatomia da tela
- Perfil da loja — foto, nome, bairro e cidade, botão de cardápio e de informações. É o "quem é você" que o cliente espera encontrar no topo.
- Três números que não são inventados — pratos no cardápio, clientes já atendidos e nota média das avaliações. Nada de "seguidores" fabricado: número que o dono não consegue explicar para o cliente destrói confiança em vez de criar.
- Destaques por categoria — as bolinhas do topo são as suas categorias, ilustradas automaticamente com a foto do primeiro produto. Elas grudam no topo enquanto o cliente rola, então trocar de "Hambúrgueres" para "Sobremesas" nunca fica a uma rolagem de distância.
- Grade ou lista, na escolha do cliente — quem quer olhar comida fica na grade; quem já sabe o que quer aperta o ícone de lista e vê tudo compacto. O formato feed não pode punir o cliente recorrente.
- Detalhe do prato — foto grande, avaliações do item, adicionais com preço, observação e quantidade.
- Carrinho e checkout — os mesmos de sempre: cupom, zona de entrega, retirada, PIX, cartão e envio para o WhatsApp.
Comparativo: as 5 formas de vender a partir do Instagram
| Caminho | Como o cliente pede | Quem fica com o cliente | Custo por pedido | Ponto fraco |
|---|---|---|---|---|
| 1. Perfil + DM/WhatsApp na mão | Manda mensagem e alguém digita o pedido | Você | Zero em taxa, alto em mão de obra | Não escala: no pico, atendente é gargalo e erro de anotação vira prejuízo |
| 2. Link na bio com PDF ou imagem | Vê o cardápio e volta para o DM | Você | Zero | PDF não tem carrinho, não calcula entrega e desatualiza no dia seguinte |
| 3. Marketplace (iFood, Rappi, 99Food…) | Pede dentro do app deles | O aplicativo | Comissão por pedido (ver tabela abaixo) | Você aluga o cliente: o cadastro, o histórico e o contato são da plataforma |
| 4. Cardápio digital em lista | Pede no seu site/link | Você | Mensalidade fixa | Resolve o pedido, mas mantém a quebra visual em relação ao feed |
| 5. Cardápio em formato de feed (Mosaico) | Pede no seu link, na mesma linguagem visual da rede | Você | Mensalidade fixa, sem comissão | Exige foto boa em todos os pratos — este é o custo real |
1. Perfil e DM: funciona até o dia em que dá certo
Atender no direct é ótimo enquanto são dez pedidos por noite. Aos trinta, o atendente vira o gargalo do restaurante: a mensagem demora, o cliente desiste, o pedido sai errado. E, pior, nada disso fica registrado — você não sabe quem comprou o quê, então não consegue trazer ninguém de volta.
2. Link na bio com PDF: o pior dos dois mundos
O PDF é a solução mais rápida de montar e a mais cara de manter. Ele não soma o pedido, não calcula taxa de entrega, não aceita cupom, abre mal no celular e envelhece: cada reajuste de preço vira uma versão nova que alguém esquece de trocar. O cliente lê o cardápio e ainda precisa recomeçar a conversa no WhatsApp.
3. Marketplace: alcance alugado
Marketplace tem uma virtude honesta — demanda pronta. Quem não tem público ainda encontra gente lá. O preço é duplo: a comissão por pedido e a posse do cliente. Quando você faz uma promoção no seu Instagram e o cliente pede pelo app, você pagou pela mídia e pela comissão do pedido que a sua própria audiência gerou.
4. Cardápio digital em lista: certo, mas sem sedução
Um cardápio digital tradicional já resolve o essencial — carrinho, taxa por bairro, cupom, pedido organizado. O que ele não resolve é a passagem: o cliente sai de um feed e entra num formulário. Para quem vende por foto, é dinheiro deixado na mesa.
5. Formato feed integrado: a vitrine da rede com o motor do seu delivery
É a combinação que faltava: apresentação de rede social, com carrinho, cupom, zona de entrega, PIX, cartão, impressão na cozinha e histórico do cliente por trás. E, principalmente, sem intermediário entre você e quem comprou.
Quanto custa cada caminho, na prática
A conta que decide quase tudo é simples: comissão é percentual e cresce com você; mensalidade é fixa e dilui. Um restaurante que fatura R$ 30.000 por mês no delivery paga, em comissão de marketplace, algo entre R$ 4.500 e R$ 8.100 por mês — todo mês, para sempre, e o valor sobe junto com o seu crescimento.
| Canal | Taxa aproximada por pedido | Observação |
|---|---|---|
| iFood (plano básico, entrega própria) | ~15% | Comissão do plano mais a taxa de pagamento online |
| iFood (com entrega do app) | ~26,5% | Sobe porque inclui a logística |
| Rappi | ~27% | Modalidade tradicional, com entrega da plataforma |
| Uber Eats | ~30% | Comissão de marketplace citada publicamente |
| aiqfome | ~15% | Taxa única com entrega própria |
| 67food | 0% | Mensalidade por faixa de faturamento, sem comissão por pedido |
As taxas acima são médias públicas de mercado e variam bastante por plano, região e modalidade de entrega — use como ordem de grandeza e confira sempre o seu contrato. Para fazer a conta com os seus números, use a calculadora de comissão.
Por que o 67food é a melhor opção para quem vende pelo Instagram
Existem ferramentas boas para montar um cardápio bonito e ferramentas boas para operar um delivery. O que praticamente ninguém entrega é a mesma coisa: a vitrine visual e a operação inteira no mesmo lugar, sem comissão. É exatamente aí que o Mosaico se encaixa.
- Você troca o estilo em um clique, não em uma migração. O Mosaico é um estilo do seu cardápio, não um site novo: mesmo link, mesmo QR Code impresso, mesmo checkout, mesmo painel. Não gostou? Volta ao anterior no mesmo lugar.
- Zero comissão por pedido. A cobrança é uma mensalidade por faixa de faturamento — quem vende mais paga um degrau acima, e não uma fatia de cada venda.
- Tem plano gratuito de verdade. Até R$ 2.000 por mês em vendas o plano é R$ 0, com o cardápio completo. Os pagos começam em R$ 49,90.
- O estilo está em todos os planos. Mosaico não é "recurso premium": quem está no gratuito também usa.
- Os números do perfil são reais. Pratos, clientes atendidos e nota média saem do seu próprio banco de dados. Loja nova, sem avaliação, simplesmente não mostra a estrela — melhor calar do que exibir "0,0".
- O mesmo cardápio abastece o resto da operação. Delivery, retirada, QR Code na mesa, garçom, totem de autoatendimento, tela da cozinha (KDS), TV do salão, PDV e caixa leem o mesmo catálogo. Cadastrar o prato uma vez basta.
- O que já vendia continua vendendo. Cupom, clube de fidelidade, happy hour, combos, cardápio por período, recuperação de carrinho abandonado e avaliações continuam funcionando dentro do formato novo.
- O cliente é seu. Telefone, histórico e frequência ficam no seu painel — é o que permite trazer de volta quem sumiu, em vez de pagar de novo por ele.
O pré-requisito honesto: foto boa em todos os pratos
Este é o ponto em que a maioria dos artigos promocionais mente por omissão. Num cardápio em lista, um prato sem foto passa quase despercebido. Numa grade, a ausência aparece: fica um buraco cinza no meio de uma parede de comida — e a impressão que sobra é de loja abandonada, não de cardápio moderno.
Antes de ativar, faça um teste de dois minutos: abra seu cardápio e conte quantos produtos ativos estão sem foto própria. Se passar de um em cada dez, resolva as fotos primeiro. E se a mesma foto genérica se repetir em três pratos, a grade denuncia na hora — o feed vira padrão de papel de parede e o cliente sente que é template, não restaurante.
Quando o formato lista ainda é a melhor escolha: cardápios muito grandes de itens que ninguém fotografa (bebidas, porções simples, adicionais avulsos), operações de balcão onde o cliente já sabe o que quer, e lojas em processo de refazer o banco de fotos. Nesses casos, Clássico ou Moderno entregam mais — e a troca continua sendo um clique quando as fotos ficarem prontas.
Como ativar o formato Mosaico (passo a passo)
- Entre no painel da sua loja e vá em Configurações → Logo e Cores.
- Procure a seção Estilo do Cardápio. Aparecem as opções Clássico, Interativo, Moderno e Mosaico.
- Clique em Mosaico. A escolha é salva na hora, sem recarregar a página.
- Abra o link da sua loja no celular e confira: perfil no topo, bolinhas de categoria, grade de fotos.
- Corrija o que a grade denunciar — foto faltando, foto cortada no quadrado, nome de prato longo demais. A grade é um ótimo revelador de cardápio malcuidado.
Não precisa avisar cliente nenhum: o link continua o mesmo, os QR Codes impressos continuam válidos e os pedidos em andamento não são afetados.
5 erros que matam a conversão de um cardápio em formato feed
- Foto de banner no lugar de foto de prato. Arte com preço gigante e letreiro funciona no story e polui a grade. No cardápio, a foto é da comida.
- Recorte errado. A grade é quadrada; foto muito panorâmica perde as bordas. Enquadre o prato no centro.
- Todos os pratos na mesma categoria. Sem categorias, não há bolinhas de destaque — e o cliente rola trinta itens para achar sobremesa.
- Nome comprido demais. "X-Burguer Especial da Casa com Cheddar Duplo e Bacon Caramelizado" é cortado. Nome curto no título, o resto na descrição.
- Ligar e esquecer. Vale abrir o próprio cardápio no celular uma vez por semana, como cliente. Quase todo problema de conversão aparece nos primeiros dez segundos dessa visita.
Conclusão: a vitrine certa no lugar onde o cliente já está
Não existe formato mágico. Existe coerência: se o seu cliente descobre comida rolando um feed de fotos, o seu cardápio deveria receber ele em um feed de fotos — e não num documento. O formato Mosaico do 67food faz essa ponte sem cobrar comissão, sem trocar o seu link e sem exigir que você aprenda uma ferramenta nova.
Se você já tem as fotos, é um clique. Se ainda não tem, agora você sabe qual é o próximo investimento com maior retorno no seu delivery. Crie sua loja no plano gratuito e teste o formato com o seu próprio cardápio, ou compare os planos por faixa de faturamento.




