Seu cliente conversa, escolhe e fecha o pedido dentro do seu cardápio. Você recebe no WhatsApp só o pedido pronto — sem conversa bagunçada, sem risco no seu número e sem depender de alguém para responder.
Antes de escolher o lanche, a pessoa quer saber se você ainda está entregando, quanto custa a entrega no bairro dela e se dá pra pagar no PIX. Num cardápio em lista, ela não tem onde perguntar isso — então ela some, ou vai te mandar mensagem e esperar.
As respostas saem do que já está no seu painel — horário, área de entrega, formas de pagamento. Você não escreve nenhuma delas.
Vender por mensagem funciona até o dia em que funciona demais: número bloqueado por volume, atendente digitando pedido à mão, endereço perdido no meio do papo. Aqui a conversa é o cardápio.
A conversa acontece dentro do seu cardápio, no navegador do cliente. Não há disparo, não há volume de mensagens e não há bloqueio de número.
O pedido chega no seu painel já montado: itens, adicionais, observação, endereço, forma de pagamento e taxa calculada.
As perguntas de entrega, horário, taxa e pagamento têm resposta na hora, mesmo com a loja fechada — e a resposta diz quando você abre.
A loja cumprimenta pelo nome e mostra as categorias como atalhos — com a foto do produto, quando você tem.
"quero um x-salada" acha o item. "vocês entregam no centro?" recebe a resposta. Quem prefere tocar usa o menu de categorias, que abre pelo próprio campo de digitar.
Com adicionais, quantidade e observação — a mesma tela de produto do seu cardápio de hoje.
Endereço, cupom, taxa por bairro, PIX, cartão. Nada muda no que já funciona.
A diferença entre isto e um chat comum é que aqui o produto aparece: com foto, preço e botão de comprar, sem a pessoa sair do lugar onde está falando.
Quando ele pergunta por um item ou toca numa categoria, os produtos vêm em carrossel dentro da conversa — foto, nome, preço e o botão de escolher. Ele arrasta e adiciona ali mesmo.
Quem prefere olhar em vez de escrever toca nos atalhos com foto. No computador, elas ficam numa coluna fixa ao lado da conversa — sempre visíveis, como a lista de contatos de um app de mensagem.
"Tem promoção?" é das perguntas mais feitas, e ela é respondida com os itens em desconto de verdade — mais o cupom de primeira compra, quando é a primeira vez daquele cliente.
Item esgotado vem marcado, sem botão de comprar. A conversa não oferece o que a cozinha não tem — que é o jeito mais rápido de perder um cliente novo.
Adicionais, quantidade, observação, endereço, taxa por bairro, PIX e cartão. É o mesmo checkout do seu cardápio — nada foi refeito só para caber aqui.
Abre no navegador, pelo link. Seu cliente não baixa aplicativo nenhum e você não paga por loja de aplicativos — a experiência é de app, a entrega é de link.
A conversa abre por um link próprio. O link de sempre continua abrindo seu cardápio normal, então dá para usar a conversa só onde ela faz sentido.
Quem clica num anúncio quer resolver rápido. Cai direto na conversa, sem ter que entender um cardápio novo.
Um convite discreto para quem prefere perguntar em vez de rolar a lista. O cliente escolhe.
Quando alguém te manda mensagem, a resposta automática pode devolver o link da conversa — e você para de digitar cardápio no chat.
O painel separa o que entrou por anúncio, pelo convite do cardápio e pela resposta automática — e separa também o que o cliente pediu sozinho do que a sua equipe digitou no balcão. Sem isso, não dá para saber o que está funcionando.
Seu cardápio atual continua exatamente como está: mesmo link, mesmos QR Codes impressos, mesmo checkout. A conversa é uma porta a mais, e liga e desliga no painel.
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O que separa os planos é a faixa de faturamento, não o recurso. O estilo Conversa está em todos.
Não. Ele convive com o estilo que sua loja já usa. O link de sempre continua abrindo o cardápio de sempre; a conversa abre por um link próprio, que você usa onde quiser — no anúncio, na bio, na resposta automática do WhatsApp. Nenhum QR Code impresso perde a validade.
Não e não. As respostas de entrega, horário, endereço, taxa e formas de pagamento são montadas a partir do que já está cadastrado no seu painel — não há cobrança por mensagem, não há limite de conversas e não existe risco de a resposta inventar algo que você não ofereceu.
Não, e essa é a diferença que importa. Aqui a conversa acontece dentro do seu cardápio, no navegador: seu número não entra na jogada, não há risco de bloqueio por volume de mensagens e o pedido cai no seu painel já montado, com endereço, forma de pagamento e taxa calculada. Você não digita pedido nenhum.
Ele pede — escrevendo "quero ver o cardápio" ou tocando no atalho — e recebe um convite para abrir a versão em grade. A troca é um toque dele, nunca automática.
Não. Diferente da grade de fotos do estilo Mosaico, a conversa funciona com ou sem foto — quando existe, ela aparece nos atalhos de categoria e no cartão do produto. Isso torna o formato uma boa porta para quem ainda está montando o acervo de imagens.
Sim. O que separa os planos aqui é a faixa de faturamento, não a funcionalidade.
Separando duas coisas que costumam virar uma só: o atendimento e o recebimento. Aqui o atendimento acontece dentro do seu cardápio — o cliente pergunta o horário, a taxa do bairro dele, se dá pra pagar no PIX, escolhe os itens e fecha. No seu WhatsApp chega só o pedido pronto, com endereço, forma de pagamento e taxa já calculada. Sua caixa de entrada deixa de ser uma fila de perguntas soltas e passa a ser uma lista de pedidos.
Para isto, não — e vale entender por quê. O estilo Conversa não usa inteligência artificial: as respostas de horário, entrega, taxa, endereço e formas de pagamento são montadas a partir do que já está cadastrado no seu painel. É isso que garante que ela nunca invente um prato que você não tem nem prometa uma entrega que você não faz, e que não exista custo por mensagem nem limite de conversas. Se você quiser IA de verdade — para conversar por texto no seu WhatsApp, entender pedido escrito de qualquer jeito e recomendar item — isso existe aqui como outro produto, a Tinna, e os dois convivem.
No sentido de conversar, sim. No sentido de ser um robô que tenta adivinhar, não. Não há fluxo de árvore com "digite 1 para cardápio, 2 para entrega", que é o que costuma cansar o cliente, e não há resposta gerada na hora que possa errar. O cliente escreve o que quiser ou toca num atalho; o cardápio responde com o que está cadastrado e mostra os produtos com foto e preço, em carrossel, dentro da própria conversa.
O risco existe e cresce com volume: disparo para muita gente, muitas mensagens iniciadas por você, denúncia de quem não esperava ser abordado. O estilo Conversa não passa por aí — a conversa acontece no navegador do cliente, dentro do seu cardápio, e o seu número só entra no fim, para receber o pedido que ele mesmo fechou.
As perguntas que mais chegam num delivery são sempre as mesmas quatro: se está aberto, quanto é a entrega, quanto tempo demora e como dá pra pagar. Todas as quatro já têm resposta no seu painel, e é de lá que a conversa responde — a qualquer hora, inclusive com a loja fechada, quando ela também informa quando você abre. Ninguém precisa estar de plantão para que a pessoa seja atendida e feche o pedido.
Ativar leva um clique no painel, e desativar também.