A história do Diogo
Diogo Barreto é dono do Dom Burger em Corumbá, no Mato Grosso do Sul. Hambúrguer artesanal, atendimento próximo, clientela fiel na região. Como tantos outros donos de delivery no Brasil, ele dependia do iFood pra alcançar volume — e pagava o preço por isso.
O problema: 23% sumindo todo mês
Faturando em torno de R$ 15.000 por mês, o Dom Burger pagava 23% de comissão ao iFood — algo como R$ 3.450 indo embora todo mês, ou R$ 41.400 por ano. Em 12 meses, dava pra comprar um carro popular zero. E não dava pra escapar: aumentar o preço pra cobrir a comissão piorava o ranking no app, baixar margem comprometia o negócio.
A migração: dezembro de 2025
Em dezembro de 2025, o Dom Burger virou cliente do 67food. A proposta era simples: mensalidade fixa por faixa de faturamento, zero comissão por pedido. O que cresce não vira gasto extra com a plataforma — vira lucro do dono.
A migração trouxe junto:
- Cardápio digital próprio com URL pessoal — link que ele compartilha em redes sociais e no WhatsApp
- Tinna IA atendendo clientes pelo WhatsApp 24h, conhecendo o cardápio inteiro
- Recuperação de carrinho automático pra quem desistiu de pedir
- Programa de fidelidade e cupom da 1ª compra ativos desde o primeiro mês
- PDV completo integrado com a operação do balcão
O resultado: faturamento mais que dobrou
Quatro meses depois, o Dom Burger fatura entre R$ 28 mil e R$ 36 mil por mês — uma média de R$ 32 mil mensais. Crescimento de +113% em relação ao tempo de iFood, com mensalidade de apenas R$ 199.
Se ele tivesse continuado no iFood faturando o mesmo, pagaria R$ 88.320 em comissão por ano. No 67food paga R$ 2.388. Diferença de R$ 85.932 que continuam no caixa do Dom Burger.